A taxa de desemprego caiu para 11,2% no trimestre encerrado em janeiro deste ano, segundo o IBGE. Assim, o desemprego ainda atinge 12 milhões de pessoas no país. O resultado é o menor para o período desde 2016 (9,6%).

Os dados fazem parte da Pesquisa Nacional por Amostra de Domicílios Contínua (PNAD) e mostram outros indicadores do mercado de trabalho.* 100003*
Segundo O A coordenadora de trabalho e renda do IBGE, Adriana Beringuy, influenciou positivamente o resultado.

A expansão do comércio mostra a continuidade da trajetória de crescimento dessa atividade, principalmente a partir do 2º semestre de 2021. No trimestre atual supera a população empregada no comércio, reparação de automóveis e motocicletas (18,4 milhões de pessoas) já é o registrado no período pré-pandemia (trimestre móvel dez-jan-fev 2020), diz.
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Emprego formal x informalidade

Em relação à informalidade, 38,5 milhões de trabalhadores informais foram registrados em janeiro. Ou seja, 40,4% da população ocupada.

Embora esta taxa seja inferior à do trimestre anterior (40,7%), é superior à do mesmo período do ano anterior (39,2%). Se você faz parte desse grupo, confira 7 dicas de como empreender na crise.

Os resultados da PNAD de novembro, dezembro e janeiro também mostram um aumento no número de trabalhadores sem carteira no setor privado.
Foram 12,4 milhões de pessoas no total, um aumento de 3,6% ou 427.000 pessoas em relação ao trimestre anterior. Em relação ao mesmo período do ano passado, porém, o aumento é de 19,8% ou mais de 2 milhões de pessoas.

Rendimentos reais usuais

Outro ponto de preocupação em relação ao mercado de trabalho é o valor do empregado obter. Atualmente R$ 2.489 em média.

De acordo com a PNAD Contínua, a renda real usual voltou a cair: 1,1% a menos em relação ao último trimestre. Mas foi uma queda ainda maior (9,7%) em relação ao mesmo trimestre de 2021.

Neste sentido, nenhuma categoria apresentou aumento de renda. Na indústria, houve queda de 4,1%, ou menos de R$ 102, mesmo com aumento do emprego com carteira assinada.

Embora haja expansão do emprego e mais pessoas trabalhando, retorna Isso não refletem o crescimento dos salários em geral, conclui.

Desemprego na pandemia

Embora o mercado de trabalho tenha melhorado em 2021, ainda não voltou aos níveis pré-Covid-19, segundo o IBGE. Por exemplo, em 2019 a taxa de desemprego foi de 12%.

De acordo com a Coordenadora de Trabalho e Renda do IBGE, Adriana Beringuy, o emprego está melhorando. Em 2021, o número de trabalhadores aumentou com o avanço da vacinação e a melhoria do cenário. Mas ainda há muita gente procurando emprego, diz ela.

Nesse sentido, Beringuy diz que 2021 é um ano de recuperação em alguns indicadores. Mas não é o ano da gestão de perdas, até porque a pandemia não acabou e seu impacto ainda é persistente.

Emprego e desemprego por atividade econômica

Em relação ao trimestre móvel anterior, o nível de emprego aumentou de acordo com os seguintes dados:

Comércio, reparação de automóveis e motos: 2,4% ou mais 436 mil pessoas;
Alojamento e restauração: 4,1% ou mais mais de 206.000 pessoas;
Informação, comunicação e finanças, imobiliário, atividades profissionais e administrativas: 2,1% ou mais de 239.000 pessoas;
Administração pública, defesa, segurança social, educação, saúde e serviços sociais: 1,8% ou mais de 282.000 pessoas; e
Outros serviços: 6,8% ou mais de 310.000 pessoas.

Entretanto, os demais grupos permaneceram estáveis ​​nesta comparação.

Referente ao No mesmo período de 2021 (Trimestre encerrado em janeiro), os aumentos foram os seguintes:

Agricultura, Pecuária, Silvicultura, Pesca e Aquicultura: 4,0% ou mais de 342.000 pessoas;
Indústria Geral: 9,1% ou mais 1,0 milhão de pessoas;*100014 *Construção: 13,0% ou mais 836 mil pessoas;
Comércio, reparação de automóveis e motos: 11,8% ou mais 2,0 milhões de pessoas;
Transporte, armazenagem e correio: 10,5% ou mais 463 mil pessoas;
Hospedagem e alimentação: 27,1% ou mais 1,1 milhão de pessoas;
Informações, comunicação e finanças, imobiliárias, atividades profissionais e administrativas: 6,7% ou mais de 710.000 pessoas;
Outros serviços: 14,1% ou mais de 606.000 pessoas ; e
Serviços domésticos: 19,5% ou mais de 925.000 pessoas.

Os demais permaneceram estáveis.

População ocupada

A população ocupada era de 95,4 milhões de pessoas no trimestre encerrado em janeiro deste ano. Ou seja, a pesquisa notou uma alta de 1,6% (1,5 milhão de pessoas) em relação ao trimestre anterior.

O crescimento foi ainda maior na comparação com o mesmo período de 2021: +9,4%. Em outras palavras, mais 8,2 milhões de pessoas ocupadas.

Dessa forma, o nível da ocupação é 55,3%, o que significa que mais da metade das pessoas em idade de trabalhar está ocupada.

Conclusão

Embora a taxa de desemprego esteja melhorando em relação a 2020, ainda precisamos melhorar a renda.

O pior impacto da pandemia do COVID-19 pode ter ficado para trás. No entanto, ainda vemos muitas pessoas na situação de informalidade e com salários mais baixos do que no passado.

É importante acompanhar os números que o IBGE apresenta no mercado de trabalho para entender o caminho da recuperação. Se você quer saber mais sobre o seguro desemprego, preparamos um material completo para você.

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